"Era Dia da Mãe e jamais vou esquecer quando descobri que o meu irmão Warren tinha morrido. Com 24 anos, foi trágico, inesperado e, eu, estava sozinha.

Nos anos seguintes, aprendi que não há livro ou artigo que nos prepare para a perda de alguém que nos é próximo. Eu, a partir da despedida do meu irmão, era a última esperança dos meus pais. Viver sem o Warren nunca tinha sido, até então, uma hipótese para nós.

Após dez anos, descobri muito. Realizei que devemos fazer o que gostamos. Percebi que, os meus pais, são a minha inspiração. De alguma forma, o Warren está presente em mim e nas minhas decisões. Acima de tudo, compreendi que tudo pode acontecer.

A vida é curta, a vida é assustadora, a vida é magnífica."